segunda-feira, 22 de abril de 2013

PRESTAÇÃO DE CONTAS DOS RECURSOS RECEBIDOS PMBC 3º parcela 2013





Pagamentos de Folha, Prestadores de Serviço e Verbas Rescisórias R$38.038,00.
Pagamento de Despesas de Custeio R$ 13.621,42
Pagamento de Encargos Sociais R$12.760,90





Valor recebido do convênio         R$ 64.311,44
Outros recursos                           R$ 108,88
Total                                             R$ 64.420,32





Os documentos comprobatórios desta prestação de contas encontram-se na 
Controladoria da Prefeitura Municipal, com cópia na Contabilidade da Instituição.

terça-feira, 9 de abril de 2013

PRESTAÇÃO DE CONTAS DOS RECURSOS RECEBIDOS PMBC 2º parcela 2013





Pagamentos de Folha, Prestadores de Serviço e Verbas Rescisórias R$33.577,71.
Pagamento de Despesas de Custeio R$ 16.288,19
Pagamento de Encargos Sociais R$14.662,88





Total                                             R$ 64.528,78
Valor recebido do convênio         R$ 64.311,44
Outros recursos                           R$ 217,34



Os documentos comprobatórios desta prestação de contas encontram-se na 
Controladoria da Prefeitura Municipal, com cópia na Contabilidade da Instituição.

PRESTAÇÃO DE CONTAS DOS RECURSOS RECEBIDOS PMBC 1º parcela 2013





Pagamentos de Folha, Prestadores de Serviço e Verbas Rescisórias R$28.418,40.
Pagamento de Despesas de Custeio R$ 25.361,29
Pagamento de Encargos Sociais R$10.532,83


Total                                             R$ 64.373,14
Valor recebido do convênio             R$ 64.311,44
Outros recursos                             R$ 61,70




Os documentos comprobatórios desta prestação de contas encontram-se na 
Controladoria da Prefeitura Municipal, com cópia na Contabilidade da Instituição.

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

PRESTAÇÃO DE CONTAS DOS RECURSOS RECEBIDOS PMBC 10º parcela


Pagamentos de Folha, Prestadores de Serviço e Verbas Rescisórias R$35.613,90.

Pagamento de Despesas de Custeio R$ 13.088,47

Pagamento de Encargos Sociais R$ 11.172,83



Total                                             R$ 59.875,20
Valor recebido do convênio         R$ 59.813,47
Outros recursos                           R$ 61,73
Os documentos comprobatórios desta prestação de contas encontram-se na 
Controladoria da Prefeitura Municipal, com cópia na Contabilidade da Instituição.

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Valorizemos o professor da educação infantil





Desde novembro de 2009, a Emenda Constitucional nº 59 assegura a obrigatoriedade do acesso ao ensino a todas as crianças partir dos 4 anos de idade. Paralelamente a isso, o Plano Nacional da Educação (PNE) tem como meta ampliar, até 2020, a oferta de educação infantil de forma a atender 50% da população de até três anos – em 2009, essa população era de mais de 10,5 milhões de crianças, mas apenas 18% delas eram atendidas. Mas como fazer isso sem incorrer no mesmo erro da expansão do ensino fundamental: cuidar primeiro do acesso para depois cuidar da qualidade?
Um dos caminhos é pensar no conjunto de fatores que interferem na qualidade da educação, com especial atenção à figura-chave da qualidade do atendimento: o professor de educação infantil. Isso significa, nos termos dos objetivos do novo PNE, fomentar a formação inicial e continuada de profissionais do magistério para a educação infantil e assegurar a existência de planos de carreira para os profissionais do magistério até 2013.
Até hoje prevalece, para uma grande parcela da sociedade, a percepção de que, para trabalhar com crianças pequenas, basta cuidar para que elas comam, durmam e estejam limpas. Prova disso são as constatações de uma pesquisa realizada recentemente pelo Ibope, a pedido da Fundação Maria Cecília Souto Vidigal, que revelou: apenas 19% dos pais entrevistados acreditam que conversar com a criança é importante para o desenvolvimento dela. E só 11% pensam que proporcionar estímulos auditivos, visuais e táteis, como sons, música, bichos e histórias, também influencia positivamente o desenvolvimento da criança.
Essa ideia do senso comum tem raízes históricas e ignora os saberes científicos sobre a importância fundamental que os primeiros anos de vida têm para a formação de cada um de nós e para a sociedade como um todo. Cuidar da educação de crianças em creches e pré-escolas pressupõe conhecer os processos de desenvolvimento infantil, as linguagens que estimulam esse desenvolvimento e a organização de espaços e atividades, além do desafio de dar atenção tanto a cada uma quanto ao conjunto das crianças. Trocando em miúdos, para ser professor na educação infantil, como nos demais níveis e modalidades de ensino, é preciso estudar muito, pois a tarefa é complexa e de muita responsabilidade.
Acontece que ainda temos muito a fazer pela qualificação da formação desses profissionais. Segundo o Censo Escolar de 2011, 61% dos professores de educação infantil têm ensino superior completo. Outros 29% fizeram o curso de magistério, e 8% possuem apenas o ensino médio regular. E ainda existem 0,35% e 0,74% que possuem apenas o ensino fundamental incompleto e o fundamental completo, respectivamente.
Incentivar os quase 40% sem curso superior a entrar em uma faculdade é garantir que creches e pré-escolas tenham pessoas com a qualificação mínima almejada para a educação pública, de forma que o professor esteja preparado para lidar com as diferenças e dificuldades típicas da primeira infância. No entanto, para começar a mudar o cenário de forma mais profunda, é preciso dar apoio e estabilidade ao professor. A presença de coordenadores pedagógicos, responsáveis pelo acompanhamento e suporte aos professores em serviço, nem sempre está assegurada nas redes municipais de ensino. Outro ponto crucial é a estabilidade funcional. Sem ela, vive-se um eterno recomeço no trabalho de formação. Esse problema é sentido em um dos projetos desenvolvidos pelo Instituto C&A, o Paralapracá, que apoia a formação de professores de educação infantil em cidades da Região Nordeste.
Muitos dos professores que começam a formação estão vinculados às redes por contratos temporários ou são estagiários, nem sempre permanecem na função e, consequentemente, não completam a formação. Se não houver concursos bem estruturados e um plano de carreira que incentive a permanência dos professores na rede e na escola em que lecionam, continuaremos a carregar água na peneira, investindo na formação de quadros que mudam com muita frequência, o que impossibilita um trabalho continuado e coletivo, como requer a docência.
A estabilidade pressupõe outras questões envolvidas na valorização profissional, como remuneração adequada à função exercida. Hoje, um profissional com curso de magistério tem piso salarial de R$ 1.451,00 para trabalhar 40 horas semanais. O valor é bem abaixo da média recebida pelos profissionais de nível técnico no Brasil, que é de R$ 2.085,47. É urgente dignificar o salário do professor de educação infantil, pois ele é o primeiro contato da criança pequena com a educação formal. É ele quem apresenta o universo escolar para os alunos. Ele é o responsável pela socialização dessa faixa etária. É ele que será a referência para as famílias, e sua atuação repercutirá nos processos de aprendizagem das crianças por muito tempo.
Garantir atendimento de qualidade na primeira infância é a efetivação de um direito social básico previsto na Constituição federal, no Estatuto da Criança e do Adolescente e na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Mas como garantir esse direito e cumprir as metas de educação infantil citadas no PNE? Para isso, é preciso que a sociedade brasileira reconheça a importância da educação para as crianças pequenas e apoie a luta pela valorização dos profissionais encarregados dessa educação.

* Patrícia Lacerda, doutora em educação pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, é gerente de Educação, Arte e Cultura do Instituto C&A.

quinta-feira, 26 de julho de 2012

Ganhadores da Rifa


Segue relação dos ganhadores da Rifa efetuada pelo Centro Espírita Vianna de Carvalho, sorteada em 07/07/2012:

LIQUIDIFICADOR               nº 4.034 - ganhador: Mariah Crispim Cruz
BATEDEIRA                       nº 8.483 - ganhador: Adilson Leite
ESPREMEDOR DE FRUTAS  nº 8.529 - ganhador: Marta Machiavelli
SANDUICHEIRA                 nº 1.945 - ganhador: Ana Lúcia Mello Vidal
VENTILADOR                     nº 8.400 - ganhador: Deivid


segunda-feira, 16 de julho de 2012

A importância da amamentação


Se você ainda não se convenceu de que a amamentação é primordial para o desenvolvimento do seu bebê e fará a diferença por toda a vida dele, leia algumas razões que vão te convencer:

Benefícios para a criança
Quanto mais tempo o bebê se alimenta de leite materno, menor será o risco de desenvolver alergias alimentares, asma, rinite ou eczema de pele;
O leite materno favorece a boa formação do sistema nervoso e estimula a inteligência da criança;
O leite materno é o alimento mais completo e equilibrado que existe para o seu bebê, pois atende a todas as necessidades de nutrientes e sais minerais da criança até os 6 meses de idade. Além disso, o leite materno é rico em substâncias que tornam o bebê mais resistente a infecções por vírus e bactérias;
A amamentação provoca menos cólicas nos bebês, pois o leite materno é mais bem absorvido e tolerado pelo organismo da criança;
O leite materno é rico em ferro, evitando que o bebê desenvolva anemia;
Benefícios para a mamãe
O ato de amamentar cria um vínculo fortíssimo entre mãe e filho, que favorece o desenvolvimento de crianças mais tranqüilas, com maior auto-estima e mais ajustadas socialmente;
Para a mamãe, amamentar ajuda no desprendimento da placenta, contribuindo para a volta do útero ao tamanho normal. Com isso, também evita o sangramento excessivo e, conseqüentemente, evita que a mãe sofra de anemia;
Amamentar protege contra o câncer de mama e de ovário;
A amamentação dá às mães as sensações de bem-estar, de realização, e também ajuda a emagrecer, pois consome de 500 a 700 calorias por dia;